És a leve brisa que sossega,
O perfume ébrio cantando.
A luz livre que atravessa.
A poetisa sedenta ansiando.
O sonho preso que envolve.
A vida inebriante gritando.
O sopro florido que move.
A íris cintilante queimando,
O calor aventurado que invade.
A estrela branca sonhando,
A louca magia que estende.
A cor sorrindo no horizonte,
A lua perdida nas nuvens.
A alma tremendo perdida,
A rosa vermelha escondida.
És tu!
Vitor Horta
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
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